Ilhas Galápagos

Mapa Ilhas Galápagos

As Ilhas Galápagos no Equador, também conhecidas como Arquipélago de Colombo, é um conjunto de 58 ilhas vulcânicas localizadas a aproximadamente mil quilômetros da costa equatoriana.

Lobos do mar

É um santuário natural. Não dá para descrever com palavras as belezas das ilhas e a abundancia da fauna, especialmente marinha, que pode ser apreciada muito de perto. Não é a toa que Galápagos é um sítios de Patrimônio Mundial da UNESCO.

Explorar as Ilhas da Galápagos é muito fácil, são dois vôos diários desde Guayaquil para as ilhas de Baldra e San Cristobal, que fazem parte do Arquipélago. Uma vez nesse santuário natural, existem duas formar de conhecer as belezas da região.
Uma das formas de conhecer as ilhas é através do LIVE-ABORD, programas de 4, 5 ou 8 dias em barcos de altíssimo padrão (com 8, 22 e até 40 cabines, ou melhor suítes), sempre acompanhados de excelentes guias naturalistas formados em biologia. Nós da Auroraeco conhecemos pessoalmente todos os barcos da região, assim podendo assessorá-lo na escolha do melhor barco de acordo com suas necessidades.

Iate Nina

A outra forma é através do ISLAND HOPPING (de ilha em ilha). Não é necessário dormir em barcos, a partir de 3 ilhas que contam com estrutura de hotéis, é possível explorar com passeios diários de barco a maior parte das ilhas.

Sugestões de destinos para o feriado de Páscoa

Sugestões para viajar pelo Brasil durante o feriado da Páscoa:

Alter do Chão (Amazônia Paraense)

Alter do Chão - PA

“O Caribe é aqui!” Frase essa muito utilizada pelos nativos e visitantes da região, e muito justa, diga-se de passagem. Alter do Chão está localizada no encontro do Rio Solimões e o Rio Tapajós, sendo o último conhecido por suas águas cristalinas que dão um tom “caribenho” as praias de rio de Alter. Além de águas cristalinas, Alter do Chão oferece aos visitantes a possibilidade de estar em contato próximo com a floresta Amazônica e suas comunidades. Visitas a comunidades ribeirinhas que tem o artesanato como reforço em sua renda, caminhadas na selva acompanhado por um “mateiro” e um biólogo, passeios de barco, contato próximo com a cultura dos povos da Amazônia, são algumas das várias opções que a região oferece.

Alter ainda está estrategicamente localizada, possibilitando ao viajante conhecer a Amazônia do Rio Negro ou a encantadora cidade de Belém em uma mesma viagem.

Sul da Bahia

Desde a Baia de Camamu (Barra Grande, Lagoa do Cassange Taipus de Fora,…), passando por Itacar é, Santo André, Trancoso até a Ponto do Corumbau, está esse belíssimo trecho de litoral que denominamos de “Sul da Bahia”. A época do ano não poderia ser melhor, os baixos índices pluviométricos são quase garantia de tempo bom, e sem o “calorão” do verão.
A região oferece inúmeras opções de hotéis boutique, excelentes restaurantes de todas a cozinhas, e claro, destaque para baiana, diversas opções de atividades, de barco, esporte náuticos, caminhadas, pedalas por praias de areia dura, visita a tribos indígenas, ou simplesmente relaxar em uma espreguiçadeira beira mar.

Chapada Diamantina - BA

Chapada Diamantina

O coração da Bahia. Localizado no centro geográfico do Estado, onde a maior parte das nascentes de rios que abastecem toda a região se encontram, o Parque Nacional da Chapada recebe esse apelido com muito mérito. As belezas naturais são de deixar qualquer um pasmo, diante de tanto esplendor. São dezenas de cachoeiras, poços, rios, grutas, mirantes e paisagens que podem ser acessadas através de caminhadas, passeios de barco, 4×4, pedaladas e até a cavalo em alguns casos. Além dos atrativos naturais e centenas de opções de atividades, um dos maiores destaques está na receptividade das pessoas que vivem na Chapada, é incrível como rapidamente você se sente e está entre amigos.

Estrada Real

Em Abril a estação da chuva na região da Estrada Real é apenas uma lembrança (que vai desde Ouro Preto até Paraty – Caminho Velho, ou de Ouro Preto até o Rio de Janeiro – Caminho Novo).
O clima fica mais “firme” e as chuvas são escassas, o que possibilita explorar a região na integra. Visitar as cidades da Estrada Real, é como embarcar em uma máquina do tempo e voltar para época do Brasil-Colônia. A história Brasil está em cada paralelepípedo, casa colonial, igreja ou esquina das principais cidades (Ouro Preto, Congonhas do Campo, Lavras Novas, São João del Rei e Tiradentes). Mas não é só no quesito “História” que a Estrada Real se destaca. Bons hotéis e pousadas de charme, com aquela hospitalidade única do mineiro, excelentes opções gastronômicas, autentico e mundialmente famoso artesanato em madeira e ferro, estão entre os itens que completam a lista de “Porque ainda não visitei a região?”.

Orientações para quem vai viajar para o exterior

Nos últimos anos, a maioria dos países no mundo tem adotado medidas mais rígidas no controle de entrada e circulação de estrangeiros nos seus territórios. Por isso, quando você for viajar para algum país, para turismo, estudo ou trabalho, cuidados redobrados devem ser tomados antes da sua partida. Seguem algumas recomendações:

• Cada país utiliza diferentes critérios e exigências para a entrada e permanência de estrangeiros. Certifique-se junto à Embaixada ou Consulado do país para onde for viajar quais são esses requisitos, dependendo do objetivo da sua viagem.

• Não viaje com visto de turista, caso seu objetivo seja estudar ou trabalhar no país de destino. Você poderá ser preso e deportado.

• Alguns países não exigem visto para turistas brasileiros. Essa dispensa não serve para quem for estudar ou trabalhar.

• Estar de posse de visto de entrada ou estar dispensado do visto não dá direito à entrada automática naquele país. A decisão final sobre sua entrada somente é dada no ponto de entrada pela autoridade de imigração.  É decisão soberana de todo país aceitar ou não a entrada de cada estrangeiro no seu território. A desconfiança sobre os reais motivos da ida ao país é motivo suficiente para não permitir a entrada do estrangeiro. Adote sempre tom respeitoso e evite cair em contradições nos contatos que porventura mantenha com as autoridades estrangeiras.

• Da mesma forma, as Embaixadas e Consulados estrangeiros no Brasil não são obrigados a conceder os vistos solicitados. A recusa em conceder um visto não necessita ser justificada ao requerente.

• Desconfie de intermediários que prometem levar você a algum país sem os documentos exigidos. Trata-se de imigração ilegal e você poderá acabar preso naquele país.

• O tempo que você poderá ficar no país de destino será determinado pela autoridade de imigração  no ponto de entrada. Verifique bem qual foi o prazo autorizado no seu caso.

• Leve consigo os endereços e telefones das Embaixadas e Consulados brasileiros no seu país de destino. Em caso de dificuldade, não hesite em contatá-las.

• Caso venha a ser detido por alguma autoridade estrangeira, você tem o direito de pedir para telefonar para sua Embaixada ou Consulado. Faça uso desse direito!

• Todos os países adotam penalidades extremamente rigorosas de punição ao tráfico de drogas, sendo que alguns países aplicam  mesmo a pena de morte a casos dessa natureza, independentemente do alegado desconhecimento quanto à legislação local.

• Não viaje para regiões conflagradas ou conturbadas. Na dúvida, consulte antes a Divisão de Assistência Consular do Ministério das Relações Exteriores em Brasília, telefones (61) 34118802/8805/8807

ALGUMAS DICAS DE VIAGEM:

Documentos

- Providencie seu passaporte com pelo menos um mês de antecedência.

- Verifique o prazo de validade do passaporte e dos vistos.

- Ao receber passagens, confira os dados e serviços solicitados.

- Leve sempre uma cópia de seu passaporte.

- Leve carteira de motorista internacional: mesmo que não pretenda alugar carro, você pode precisar dela.

- Alguns países exigem vacina contra febre amarela. Verifique essa e outras possíveis exigências junto à representação do país estrangeiro no Brasil que Você irá visitar.

Bagagem

- Identifique sua mala (nome, endereço, telefone etc).

- Leve apenas o essencial.

- Na mala de mão, leve sempre uma muda de roupa e um casaco.

- Confira a voltagem do país e leve adaptadores de aparelhos elétricos.

Aeroporto

- Reconfirme o vôo de ida ou volta pelo menos 24 horas antes.

- Chegue ao aeroporto no mínimo duas (2) horas antes do embarque.

- Ao embarcar para o exterior, registre os equipamentos eletrônicos (câmera fotográfica, filmadora, computador, celular etc) na Delegacia da Receita Federal  do aeroporto.

- Nunca deixe sua bagagem desacompanhada.

- No aeroporto, não aceite pedidos para levar encomendas.

- Responda com seriedade às perguntas da Polícia Federal e da  imigração.

Dinheiro

- Evite carregar notas de valores altos.

- Leve um ou mais cartões de crédito internacionais.

- Traveller’s checks são seguros e bem aceitos, mas para trocar é necessária a apresentação do passaporte ou cópia.

- Nunca transporte todo o dinheiro num só lugar.

- Troque pequenas quantias no aeroporto para despesas de táxi, gorjetas e só depois procure taxas de câmbio melhores.

Pacotes de viagem

- Confira nos vouchers os dados e serviços solicitados.

- Se um serviço incluso no pacote não acontecer, tome as providências necessárias mas peça recibo para reembolso.

- Leia com atenção as condições gerais do pacote.

Saúde

- Leve os próprios medicamentos, já que é dificil comprar remédios sem receita médica no exterior.

- Faça um seguro saúde, sua garantia em casos de emergência.

Patagônia

A escolha da época para visitar a Patagônia depende do que você quer vivenciar, mas a partir de setembro até abril as temperaturas são mais amenas, possibilitando a realização atividades ao ar livre e avistagem de fauna. No entanto, a Patagônia também é um ótimo exemplo de destino para pessoas que querem apenas contemplar, não sendo somente para aventureiros.

Hotel explora - P.N. Torres del Paine, Chile

Esta região natural abrange um terço dos territórios da Argentina e do Chile.

A Patagônia é cheia de mistério, com forte magnetismo, com horizontes inesquecíveis e tem de sobra diversidade e beleza.

A região mais meridional do continente é conhecida como Terra do Fogo com seus parques, onde está localizada a cidade mais austral do planeta, Ushuaia.

Seguindo para o Norte da “Terra do Fogo”, está a região das geleiras, ou Glaciares (como chamados localmente). Na região dos Glaciares estão as cidades de El Calafate – Argentina (Glaciar Perito Moreto), El Chalten – Argentina (Glaciar Viedma e Monte Fitz Roy) e o Parque Nacional de Torres del Paine no Chile.

Ao Norte dos Glaciares, do lado Argentino, está a Península Valdés, local mais indicado para avistagem de fauna, principalmente marinha, como destaque para as Baleias Francas e para as baleias Orcas que desenvolverem uma técnica unica de caça nessa região (veja vídeo da Orca caçando: http://www.youtube.com/watch?v=O0vE_YS0BEg).

Salta, Argentina

SALTA
bem diferente da figura do portenho (como são chamados os habitantes
de Buenos Aires, cuja influência, dos traços físicos aos hábitos, é marcadamente
espanhola), a população do noroeste da Argentina têm suas raízes fincadas
nas culturas pré-colombianas instaladas nesta região localizada a cerca de três
mil metros de altitude desde muito antes da chegada dos colonizadores. No
comportamento, os habitantes do altiplano argentino costumam ser mais reservados,
pouco dados a excessos, como se ainda desconfiassem das intenções
do visitante. Não é raro, na presença de estranhos, conversarem em quíchua,
língua falada no antigo império inca. Em compensação, em festas tradicionais
como o carnaval e as penhas folclóricas, esta última típica de Salta, é comum
vê-los festejar por dias e dias consecutivos, ao som de charangos (instrumento
de corda), quenas (flauta), caixas e bombos (percussão), vestidos no mais das
vezes com roupas feitas de lã de alpacas, ovelhas e lhamas. Para se ter idéia da
diversidade cultural desta região com extensão maior do que a
Itália, embora habitada apenas por 5% da população argentina,
nas comunidades rurais das províncias de Salta, Jujuy, Tucumán,
Catamarca, La Rioja e Santiago del Estero é curioso ainda notar
as diferentes fisionomias de herança indígena.
Bandeira quíchua

Bandeira quíchua

Bem diferente da figura do portenho (como são chamados os habitantes de Buenos Aires, cuja influência, dos traços físicos aos hábitos, é marcadamente espanhola), a população do noroeste da Argentina têm suas raízes fincadas nas culturas pré-colombianas instaladas nesta região localizada a cerca de três mil metros de altitude desde muito antes da chegada dos colonizadores. No comportamento, os habitantes do altiplano argentino costumam ser mais reservados, pouco dados a excessos, como se ainda desconfiassem das intenções do visitante. Não é raro, na presença de estranhos, conversarem em quíchua, língua falada no antigo império inca. Em compensação, em festas tradicionais como o carnaval e as penhas folclóricas, esta última típica de Salta, é comum vê-los festejar por dias e dias consecutivos, ao som de charangos (instrumento de corda), quenas (flauta), caixas e bombos (percussão), vestidos no mais das vezes com roupas feitas de lã de alpacas, ovelhas e lhamas. Para se ter idéia da diversidade cultural desta região com extensão maior do que a Itália, embora habitada apenas por 5% da população argentina, nas comunidades rurais das províncias de Salta, Jujuy, Tucumán, Catamarca, La Rioja e Santiago del Estero é curioso ainda notar as diferentes fisionomias de herança indígena.

DESTAQUES:
• Forte influência dos “Calchaqui”, tribo indígena que habitou a região do Altiplano, e que hoje está extinta.

• Excelentes vinhos de altitude na região de Cafayate, ao sul da Província de Salta.

• Hotéis pequenos e muito charmosos, como o Pátios de Cafayate (Cafayate)

ou o Casa de las Jasminas (Salta).

• Proximidade com a Bolívia e o Chile.

• Terra das deliciosas empanadas saltenhas.

Mais imagens de Salta:
http://www.auroraeco.com.br/roteiros/salta.php